domingo, 28 de junho de 2015

Eu mudei. Só que ninguém acredita

Como reconquistar a confiança alheia e ser vista como uma nova pessoa?








E se um dia aquela sua colega de trabalho que adora contar vantagens e inventar histórias parasse de mentir? E se aquele amigo que todo mundo sabe que trai a esposa se tornasse um exemplo de fidelidade? Você acreditaria se aquela sua vizinha fofoqueira que adora falar mal de todos passasse a enxergar somente o lado bom dos outros? Você seria capaz de acreditar que todas essas pessoas realmente mudaram e daria uma nova chance a elas?
Era exatamente disso, que as pessoas voltassem a acreditar nela, que a estudante universitária Alcione Correia de Oliveira (foto ao lado), de 18 anos, precisava. Acostumada a mentir desde criança, ela conta que o hábito já estava incorporado ao seu estilo de vida. “Eu mentia por qualquer coisa. Quando estava em uma rodinha de amigos eu não queria parecer inferior, então inventava histórias, viagens, dizia ter feito algo incrível só para não ficar por baixo”, relembra. “Na maioria das vezes, as pessoas até acreditavam em mim, mas eu me atrapalhava muito e elas começaram a desconfiar do que eu contava. Fui perdendo a credibilidade”, acrescenta.
Contudo, na visão do psicólogo Jô Furlan, mudar um comportamento negativo só pela aprovação dos outros pode levar à frustração. “Leva muito tempo para que as pessoas comecem a reconhecer a mudança, portanto, ela deve ser um desejo pessoal para o desenvolvimento daquele indivíduo. Depender do reconhecimento dos outros pode ser frustrante”, esclarece. Ele ainda acrescenta que é justamente aí que reside a raiz da questão. “É comum ouvirmos coisas como ‘me esforcei tanto para mudar e ninguém reconhece’. Identificamos aí a origem do problema, a pessoa não mudou pela necessidade pessoal e sim para que fosse aceita ou reconhecida”, acrescenta o psicólogo.
Traição tem perdão?






Para Tak Chi Wu, de 47 anos, brasileiro de origem chinesa que vive hoje em Hong Kong, reconquistar a confiança da esposa, Aida de Paula Wu, de 48 anos, não foi nada fácil. Isso porque os constantes episódios de traição da parte dele quase levaram mais de 20 anos de casamento por água abaixo. “Houve muitas traições e muitas brigas. Minha esposa chegava até a desmaiar de tão nervosa que ficava por causa das minhas mentiras. Um dia ela arrumou as malas para que eu fosse embora, mas na época nossas duas filhas eram pequenas e ela não queria que as meninas fossem criadas longe do pai. Ela sempre priorizou a união de nossa família e por isso nunca chegamos a nos separar”, relembra Wu.
Apesar de viverem sob o mesmo teto, marido e esposa tinham um relacionamento conturbado. “Ela tinha muita raiva de mim e brigávamos o tempo todo, nossa vida era um inferno. Minha esposa não confiava mais em mim e eu não acreditava mais em reconciliação”, conta ele. O psicólogo destaca que, em casos que envolvem traição, fica especialmente mais difícil reconquistar a confiança do companheiro. “No caso da traição, temos uma situação que depende não somente da mudança de comportamento, mas sim do reconhecimento do outro. Afinal, a grande questão é a confiança que foi comprometida e não se reconstrói rapidamente”, explica.
Deprimida com a situação que se encontrava, Aida aceitou um convite para participar de uma reunião da Universal. Lá, ela descobriu que não deveria apenas restaurar o casamento, como pareceria óbvio, mas primeiramente deveria se amar e resgatar a paz interior. “Ela foi aos poucos mudando e eu percebi isso. Eu também queria mudar e por isso fui atrás desse Deus. Foi através dEle que a mágoa dela foi embora. Hoje, muito felizes, celebramos 25 anos de casamento”, comemora Wu.
Já para Alcione deixar as mentiras no passado foi crucial para voltar a viver em paz com os que a cercavam. “Uma vez, eu falei para meu namorado que tinha sido atropelada, queria despertar a atenção dele, queria que ele se preocupasse comigo. Quando ele descobriu a verdade, brigamos muito e ele se afastou de mim. Depois disso comecei a me tocar. Meus pais já não tinham mais confiança em mim e meus amigos começaram a perceber que eu mentia. Eu estava sozinha e ninguém mais confiava em mim. Percebi que precisava mesmo mudar”, relembra.“Fui parando com as mentiras aos poucos até que parei de vez, mas as pessoas ainda estavam muito desconfiadas. Meus pais ligavam para minhas amigas para confirmar se eu estava mesmo onde dizia a eles, meus amigos começaram a comprovar tudo o que eu falava buscando testemunhas”, explica ao comentar o processo que passou para reconquistar a confiança alheia.






De acordo com o psicólogo, a pessoa que mudou é posta à prova o tempo inteiro. “As pessoas criam crenças em relação a cada um de nós e apenas o tempo e a mudança repetida de comportamento serão capazes de destruir a crença anterior e gerar uma nova. Um exemplo simples: uma pessoa é famosa por sempre chegar atrasada. Ela decide se organizar melhor para que isso não ocorra mais. Passa meses chegando nos compromissos na hora certa. Talvez as pessoas já tenham conseguido substituir a crença que tinham sobre ela chegar atrasada, mas vai bastar apenas um deslize para que as pessoas se lembrem que esse era um hábito dela”, explica.
Alcione não tem dúvidas de que uma vida sem mentiras é a melhor recompensa que ela poderia ter recebido. “Eu me sinto muito melhor, reconquistei a confiança dos outros, tenho liberdade para falar, porque as pessoas acreditam em mim. Eu era insegura, hoje falo com firmeza, porque falo a verdade”.
Para Furlan, a pessoa precisa se preocupar mais com as atitudes do que com as palavras: “Não basta dizer que mudou, é necessário que seus atos comprovem isso por tempo suficiente até que as pessoas construam uma nova imagem a seu respeito”, finaliza.







IURD distribui Bíblias na Fundação CASA-SPFamiliares e internos recebem exemplaresAgência Unipress InternacionalSÃO PAULO - A Coordenadoria Estadual de Evangelização em Unidades da Fundação CASA, através da Igreja Universal do Reino de Deus, tem como principal objetivo proporcionar meios para que o adolescente receba formação espiritual necessária para que haja mudanças em seu comportamento. Pensando nisso, distribuiu recentemente milhares de Bíblias para os internos e seus familiares. De acordo com o pastor Geraldo Vilhena, é primordial proporcionar meios para que os adolescentes e seus familiares exercitem a fé. Além disso, ao longo do ano são realizadas reuniões semanais nas Unidades e eventos que têm por objetivo a integração entre as famílias. "Procuramos a conscientização de todos sobre a importância de resgatar os valores da família e da formação do jovem para a sociedade", ressalta o pastor Geraldo Melo de Vilhena, coordenador Estadual em evangelização em unidades da Fundação Casa (antiga Febem).

sábado, 27 de junho de 2015

Atenção, mulher: o DNA de cada homem com quem você faz sexo pode ficar no seu sangue

Atenção, mulher: o DNA de cada homem com quem você faz sexo pode ficar no seu sangue

Isso é o que revela uma pesquisa norte-americana. Entenda os detalhes e saiba o que diz a Palavra de Deus

Cientistas dos Estados Unidos descobriram no sangue de algumas mulheres a sequência do cromossomo Y. O intrigante é saber como esses genes, que pertencem a homens e formam o DNA, foram parar nelas.
A probabilidade mais óbvia seria que elas os receberam quando tiveram filho homem. Toda mulher grávida continua carregando as células vindas do feto na corrente sanguínea e órgãos para o restante da vida, até mesmo depois de ter tido um aborto.
Mas qual é a justificativa para o cromossomo masculino ter sido encontrado em mulheres que nunca tiveram meninos ou sequer estiveram grávidas? A resposta veio a partir de uma pesquisa feita por imunologistas no Fred Hutchinson Cancer Center, em Seattle, nos Estados Unidos. No estudo, eles colheram amostras de 120 mulheres que nunca tiveram filhos e descobriram que 22% delas tinham o gene masculino. Os pesquisadores, então, concluíram que os genes foram transmitidos durante o sexo.
É isso mesmo, além do envolvimento emocional em uma relação sexual, você tem grandes chances de “herdar” fisicamente o DNA de todos os parceiros com que já dormiu um dia, em seu sangue, por toda a vida. E o que é pior, ele poderá ser transmitido aos seus filhos.
Será que é essa bagagem sexual que você deseja carregar?
É bem provável que você não queira carregar traços de ex-namorados, “ficantes”, desconhecidos, etc., ao longo da sua vida, não é mesmo?
Nas primeiras orientações ao primeiro casal do universo, Deus foi bem claro sobre o que Ele planejava para o ser humano na vida sexual: “Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.”Gênesis 2.24
O termo “uma só carne” evidentemente se refere à relação sexual, após o casal deixar os pais, ou seja, ao assumirem o compromisso um com o outro diante de Deus e da sociedade, o casamento.
 No Novo Testamento o apóstolo Paulo ainda faz uma ressalva para casais solteiros que estão sendo tentados. “Caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado.” 1 Coríntios 7.9



Quando estes jovens tomam esta atitude, o inferno todo fica com ódio (veja)

Em uma domingo especial na Fundação Casa (antiga FEBEM) internos tomaram uma importante decisão (o Batismo nas Àguas).


Foi uma domingo especial na Fundação Casa (antiga FEBEM) internos tomaram uma importante decisão.

Pastor Geraldo Vilhena (responsável pelo trabalho evangelístico nas unidades da Fundação Casa do Estado de São Paulo) efetuou o batismo, e esclareceu aos internos: o arrependimento é necessário para a remissão de pecados(Lucas 24.47).Mas não há arrependimento sem o sacrifício de abandono ao pecado.Logo, não há salvação sem o sacrifício de negar-se a si mesmo os prazeres da carne. Sincero e verdadeiro arrependimento impõe ódio e abandono ao pecado.








sexta-feira, 26 de junho de 2015

Uma palavrinha difícil de dizer

Uma palavrinha difícil de dizer

Para muitas mulheres, se desculpar pode ser o fim do mundo

















“Eu errei, desculpe-me”. “A culpa foi toda minha”. Essas expressões são aparentemente simples, mas muita gente acaba se travando e não consegue dizê-las. Por que será que é tão difícil aceitar que errou, abrir o coração e se desculpar? Para a psicóloga Francine Chimanovitch, o orgulho pode ser o grande culpado por esse comportamento. “Quando você se recusa a pedir desculpas, sente como se tivesse mais poder. Esse é o orgulhoso, ele se autovaloriza e ao se desculpar se sente diminuído”, esclarece.
Esse era exatamente o caso da assessora parlamentar Juliana Assis Viana, de 23 anos. Ela conta que chegou até mesmo a perder amizades simplesmente porque não conseguia se desculpar. “Eu sempre tive muita dificuldade de pedir desculpas. Eu até conseguia reconhecer que o erro era meu, mas não conseguia demonstrar isso para a outra pessoa, preferia deixar o tempo passar e fingir que nada tinha acontecido”, conta ela, que admitiu que acreditava que o ato de se desculpar poderia ferir o seu orgulho.
Na visão da psicóloga, não é apenas o orgulho que pode dificultar um simples pedido de desculpas, mas também a falta de habilidade com as palavras. “Existem pessoas que têm dificuldades de falar sobre sentimentos, muitas vezes, porque aprenderam a ser assim com quem conviveram. Então, verbalizar um pedido de desculpas se torna algo tão complexo que muitas vezes é mais comum contornar a situação agindo como se nada tivesse acontecido.” No entanto, essa atitude pode se tornar um fardo. “Ela passa a viver com um grande conflito interno, com um peso”, diz Francine.












Juliana somente percebeu o quanto era orgulhosa quando viu as amizades, uma a uma, se afastarem dela. “Eu sempre fui muito sincera e não sabia como me expressar, acabava sendo um pouco grossa com as minhas amigas, isso as magoava e depois eu não sabia como me desculpar”, relata. Com o passar do tempo, ela foi reconhecendo que sua atitude era negativa. “No começo foi difícil, o que me ajudou é que depois de esclarecer as coisas eu sentia o coração mais leve. Minhas atitudes mudaram e sinto que as pessoas me escutam mais agora. Agir assim só tem me feito bem”, afirma.
A psicóloga ainda ressalta que o fato de não conseguir se desculpar pode ter consequências na vida da pessoa. “Aquela dor silenciosa fica remoendo a pessoa por dentro e, de alguma forma, virá à tona. Pode ser por meio de um desvio de comportamento ou até de uma doença. Além disso, as relações ficam muito frágeis e isso pode abalar até a estrutura de um casamento, por exemplo”, enfatiza.
“Não há outro remédio contra o orgulho: enfrente esse sentimento e converse com quem você magoou. Isso irá beneficiá-lo”, aconselha a psicóloga.




 


Voluntários e Jovens do dose mais forte da Igreja Universal do Reino de Deus, mostraram todo desempenho neste último domingo, na Fundação Casa de Campinas em mais um evento recheado de atividades para os internos e funcionários. Para dar início ao evento, o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo,fez uma oração e pediu para que Jesus abençoa-se a unidade e os adolescentes, e suas respectivas família.

Amauri um integrante do dose mais forte, passou o seu testemunho, Esteve presente também Robson Freitas ex- viciado em drogas, como crack ,cola maconha, lança perfume cocaína entre outras drogas na qual pelo envolvimento com as drogas teve uma perna amputada, no qual todos os adolescentes se emocionaram com o testemunho.


Para finalizar, o evento foi servido muito bolo, algodão doces, e refrigerantes e sorvete.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Ela foi forçada a fazer sexo com 1,8 mil homens em rituais satânicos

Ela foi forçada a fazer sexo com 1,8 mil homens em rituais satânicos

A principal responsável por tudo era a própria mãe






















Quem via aquela pequena rua sem saída de um subúrbio em Llanelli, no País de Gales, não via mais do que os tradicionais sobrados britânicos de tijolos vermelhos com seus jardins, carros nas garagens e antenas de tevê. Mas aquele aparente cenário de paz suburbana escondia algo muito além da compreensão de muitos.
Foi nesse ambiente que uma menina, desde os seus 7 anos de idade, presenciou rituais satânicos de sexo e drogas, promovidos por um vizinho estranhamente influente na comunidade, Colin Batley. Ele conseguia que muita gente fizesse o que mandava. Envolveu-se com a mãe dessa menina e a seduziu para rituais em que todos (inclusive outros moradores dos arredores) se drogavam e se relacionavam sexualmente: homem com mulher, homem com homem, mulher com mulher, adultos com crianças.
Acostumada a presenciar os perversos rituais dos quais sua própria mãe, Jacqueline Marling, participava, aos 11 anos a menina foi estuprada por Batley, que a convenceu de que se ela não fizesse sexo com ele e com outros, “desagradaria os deuses e iria para o Abismo”. A menina concordava, para não sofrer punições. Pouco tempo depois, a própria mãe abusou dela sexualmente, e a garota foi obrigada a admitir para Batley que havia gostado da experiência.
Batley, que se tornou uma espécie mórbida de “namorado” de Jacqueline – embora fosse casado com outra mulher (também participante dos cultos satânicos) –, continuava com suas práticas e ganhava cada vez mais influência na região. Ele é seguidor da “filosofia” fundada por aquele que foi tido pela imprensa internacional do início do século 20 como o “pior homem da história”, o satanista Aleister “A Besta” Crowley (1875-1947), que influenciou grande parte da cultura ocidental com preceitos como “faça o que quiser”, sem qualquer apego à moral e à ética – tido por muitos como um dos fundadores indiretos de várias seitas, uma delas a Cientologia, já que teria influenciado seu fundador, L. Ron Hubbard.
Estupro de crianças e sexo com animais
A menina de quem falamos, hoje é conhecida, por motivos óbvios, por um apelido criado por ela mesma: Annabelle Forest, nome com o qual assina o livro “The Devil on the Doorstep – My Escape from a Satanic Sex Cult” (“O Diabo na Soleira – Minha Fuga de um Culto Sexual Satânico”, em tradução livre), recém-lançado no Reino Unido (na foto acima, detalhe da capa). Na obra, Annabelle conta a vida de horrores que teve. O objetivo, segundo ela mesma diz, é alertar as pessoas sobre a necessidade de prestarem mais atenção ao que acontece com seus filhos na vizinhança.
Annabelle fala em seu livro de altares com serpentes, símbolos mitológicos egípcios em objetos e tatuados nas pessoas e vários outros procedimentos ritualísticos em cenas de orgias sem fim, inclusive com estupro de crianças e sexo com animais. Era nesse cenário de terror que a menina vivia, até fazer 18 anos e ser explorada pela mãe e por Batley, que a forçaram a se prostituir para “bancar” os rituais. A moça conta em seu livro que foi forçada a fazer sexo com mais de 1,8 mil homens, de várias idades. “Eu era uma estudante de dia e uma escrava sexual à noite." A situação ficou ainda pior quando ela engravidou, justamente de Batley, e teve a criança. Foi o estopim para que ela tomasse uma atitude, fugindo na calada da noite e nunca mais retornando àquele antro de horrores. Denunciou a mãe e o vizinho, que foram presos em 2011 e condenados a mais de 10 anos de detenção, tornando o caso público.
Annabelle fala, em entrevistas a jornais como o Daily Mail, que agora usa suas energias para pensar somente no futuro. “Ninguém nunca vai poder me ferir mais do que eles dois. Isso me dá forças para seguir em frente”, diz.
Como o mal age
O caso de Annabelle, apesar de extremamente chocante, é só mais uma amostra de como o diabo usa as pessoas para aliciar outras e afastar quantos puder da Salvação. Ela teve coragem para fugir e denunciar mundialmente uma rede do mal que só crescia num canto aparentemente pacato de Gales. Porém, quantos mais são raptados pelo mal todos os dias e isso permanece em silêncio?
São sinais claros de que precisamos, cada vez mais, vigiar nossas vidas, sem brechas para as forças do inferno entrarem e ditarem que as piores coisas são “normais”, numa banalização cada vez maior da devassidão, do uso de drogas e da violência – que pode mesmo começar bem perto da nossa casa.
Quantas pessoas mais terão que passar por horrores assim, perdendo suas almas sem que alguém nem mesmo saiba disso?
Mulheres da UNIVERSAL, se reúnem e fazem um evento na Fundação CASA. 





voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus estiveram presentes neste último domingo, na Fundação Casa VILA MARIA UI Paulista realizando um evento, com várias atividades para os internos, seus familiares e funcionários. Entre elas: nove testemunhos de transformação de vida de pessoas que se envolveram com vários tipos de situações, e hoje após ter suas vidas restauradas contaram seu testemunho a todos os internos da Fundação Casa. Para dar início ao evento,esteve presente o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador Estadual de Evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, fez uma oração e deu uma palavra de vida a todos os adolescentes ,falou da importância do novo nascimento.




Dando seguimento ao evento A CIA TEATRAL apresentou um linda peça de teatro que conta a história de um leilão de uma alma, sobre as drogas, vícios, prostituição, ganância o tema coloca a todos pra pensar, quanto vale sua alma? Ela não tem preço e valiosa demais para perder com este mundo de ilusão. a peça ela relata bem diversas situações que muitos adolescentes vivem no seu dia a dia, pois são bombardiados e ficam muitas das vezes em uma situação que esles precisam tomar decisões, e existe somente dois caminhos, o da direita e o da esquerda .



Alma sendo levada para o LEILÃO




Baladas






Ganância




Drogas



A morte



Senhor Jesus liberta a jovem do mal.




No final da apresentação o teatro canta


Robson de Freitas, 41 anos, ex- viciado em drogas, como crack ,cola maconha, lança perfume, cocaína, entre outras drogas, tudo começou por pura curiosidade do tempo em que estudava começou com 16 anos no colégio, fez de tudo para usar as drogas, vendia seus sapatos, objetos pessoais, mais nada o saciava ,uma das primeiras perguntas quem fez, foi um adolescente que ainda um pouco tímido tirou forças e perguntou: O que levou você Robson para o mundo das drogas? 
Robson responde: A pura curiosidade no tempo em que estudava achava bonito a gíria da época . Mãe pergunta:O que faz a maconha no organismo ? Robson responde:Os efeitos físicos mais freqüentes são avermelhamento dos olhos, ressecamento da boca e taquicardia (elevação dos batimentos cardíacos, que sobem de 60 - 80 para 120 - 140 batidas por minutos. Ailton pergunta? Robson você já viu alguém trocar a namorada pelas drogas? Robson responde: sim uma vez na boca um traficante ficou de olho na namorada do rapaz e fez a proposta e ele topou, por cinco papelotes.



Amauri ex-traficante






Um dos testemunhos que mais me chamou a atenção foi de Roger Alexandre novaes dos Santos, que aos 12 anos seu pai abandonou sua casa . em consequência disso se enveredou ao mundo do crime. até que um dia foi recolhido a Fundação Casa do Brás. que lá dentro deve a oportunidade de conhecer a Jesus. Quando teve sua liberdade não deu valor ao Senhor Jesus. mais com o passar do tempo após muito sofrimento. lembrou das palavras amigas dentro da Fundação Casa. Hoje teve sua vida transformada pelo poder de Deu. e hoje de ex- interno é um auxiliar da IURD para górificar ao Senhor Jesus. Ele deixou uma linda mensagem disse ele: se você acha que sua vida não tem mais jeito, lembre-se que o Senhor Jesus acredita em você e quer tranformar sua vida da mesma forma que transformou a minha.



Cada testemunho que foi contado eram vários personagens mais com a mesma história de vida, Neste dia cada interno teve a oportunidade de esclarecer as sua dúvidas através de um longo debate de perguntas e respostas.



Francisco era bebida alcolica.









E dando seguimento ao evento eles puderam participar de um banquete, com muito bolo e refrigerante.








Finalizou o evento com o Teatro Força Jovem Brasil cantando e dançando para todos


Finalizou o evento com o Teatro Força Jovem Brasil cantando e dançando para todos

Que o Senhor Jesus abençoe a todos